E falou também várias outras coisas. Atendeu-me com a habitual cordialidade. Como se ele, Zico, não fosse Zico. Falou de tudo, com calma, serenidade. Foi mais de uma hora de conversa nas dependências do CFZ – Centro de Futebol Zico, na Barra da Tijuca, no Rio.
Hoje, nos corredores da Tv Brasil, aqui na cidade maravilhosa, reencontrei Zico. Veio participar do programa da mineira Leda Nagle ao lado de um dos filhos, o Bruno.
Zico me viu: - Tudo bem, ficou boa a matéria? Não tive como ver...! Era Zico...novamente, se comportando como um normal. Como se não fosse Zico.
E ainda, quando estava indo embora, Zico disse: “Mestre, grande abraço pra vc.” Mestre?! Eu?
Recorro ao Guimarães Rosa, esse sim, mestre, para prestar minha homenagem ao Galo: “Mestre não é quem ensina. É quem, de repente, aprende”.
Obrigado, Zico por mais este autógrafo na alma.
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5 comentários:
Olá....pena que o zico é carioca né?!!
Que lindo texto, Rodrigo. Zico realmente é um mestre, um grande ídolo, um modelo. Abraços.
Como disse ou escreveu alguém "se ele, Zico, não ganhou a Copa do Mundo, azar da Copa..."
Velho e bom amigo de sempre...
Meu pai corinthianíssimo, teve como idolo um tal Galinho de Quintino. Coisas do futebol!
Grande abraço
Cesar
Rodrigo, parabéns. Voce sabe que é mestre também. Agora não sei como perdem tempo falando de Maradona. Zico é Zico e graças a Deus vi esse FENOMENO jogar. Pena que não consegui pegar uma camisa dele, pois não jogamos contra.
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